Ex-prefeita de Goiás se filia ao Solidariedade para concorrer cadeira na Alego

Titular na subsecretaria de Governança Educacional da Secretaria de Educação do Estado, a política esteve em Brasília e teve sua ficha abonada pelo presidente Nacional do partido, Paulinho da Força

Titular na subsecretaria de Governança Educacional da Secretaria de Educação do Estado de Goiás (Seduc), a ex-prefeita de Goiás, Selma Bastos, se filiou ao Solidariedade nesta terça-feira, 29, em Brasília. A política teve a sua ficha abonada pelo presidente do Diretório Regional do partido, o deputado federal Lucas Vergílio, e pelo presidente Nacional da sigla, o deputado federal Paulinho da Força. Vai concorrer a uma das 41 cadeiras disponíveis na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego).  

Segundo a política, os dois motivos essenciais para a sua tomada de decisão pelo Solidariedade foi o fato de a sigla estar na base do governador Ronaldo Caiado (União Brasil) a nível estadual e também na base do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a nível federal. A política já esteve filiada ao PT por mais de 20 anos, foi prefeita eleita e reeleita na cidade, e acredita que as duas situações corroboraram para a sua tomada de decisão.  

“Acabei de me filiar ao Solidariedade que é uma sigla que tem muito a ver conosco. Nosso intuito também é garantir uma cadeira na Alego, com a intenção de unir, de auxiliar a cidade de Goiás e a Região, para que tenhamos uma representante no Legislativo representando a nossa cidade e o nosso Estado”, disse a ex-prefeita.  

Segundo a política, há uma proximidade com o deputado Lucas Vergílio, que preside a sigla no Estado e também foi um adendo na sua tomada de decisão para se filiar ao Solidariedade, onde pretende atuar para representar a cidade, a Região, geração de emprego, a educação e, principalmente, representar as mulheres no Legislativo, uma vez que há apenas duas deputadas estaduais e ambas são cotadas como postulante à Câmara Federal.  

Sai dia 2 

Questionada sobre quando deve deixar a subsecretaria da Governança Educacional, a política disse que vai consultar os advogados dela e do partido para avaliar se vai se desincompatibilizar do cargo no dia 2 de abril. Segundo a política, ela não está numa condição de ordenamento de despesas, vai estudar a possibilidade de continuar na Seduc.

Concursada como educadora também, ela lembra que, se deixar a subsecretaria, vai continuar no funcionalismo público e, se não estiver na subsecretaria, deve ficar como concursada até o mês de julho, quando terá que se desincompatibilizar deste cargo para concorrer ao pleito.  

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