Ex-governadores José Eliton e Marconi Perillo serão ouvidos neste mês na CPI da Enel

Além deles, o presidente da AGR e representantes da Enel serão ouvidos até o fim de maio

Ex-governadores José Eliton e Marconi Perillo serão ouvidos neste mês na CPI da Enel
José Eliton e Marconi Perillo | Foto: Divulgação

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Enel vai ouvir os ex-governadores José Eliton e Marconi Perillo neste mês de maio, nos dias 14 e 16, respectivamente. Além deles, o presidente da Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicas (AGR), Eurípedes Barsanulfo e o diretor-presidente da Enel Goiás, Abel Rochinha, serão ouvidos.

O representante da AGR teve oitiva marcada para segunda-feira, 7, às 10h. Já na quinta-feira, 9, o representante da Enel será escutado. Na última oitiva de maio, no dia 23, os deputados terão o depoimento do membro efetivo do Conselho de Administração e diretor jurídico da Enel Goiás, Antônio Basílio. E, por fim, no dia 30 de maio, os membros da CPI vão ouvir o diretor-presidente da Enel Brasil, Nicola Cotugno.

Além disso, a comissão deve realizar uma reunião em Rio Verde para escutar as queixas do atendimento da Enel na região Sudoeste do Estado. O que se dará por meio de audiência pública na Câmara de Vereadores da cidade.

CPI

Insatisfeito com a forma em que a Enel Goiás atendeu requerimento da CPI para envio de documentos, o deputado Henrique Arantes, que preside a comissão, requereu novamente o detalhamento dos investimentos que a empresa alega ter realizado no Estado desde que assumiu o controle da companhia elétrica. Arantes avisou que, se a Enel não responder devidamente, a Comissão não descartará uso de força policial.

O presidente da AGR deveria ter comparecido a oitiva convocada para esta quinta, 2, mas não compareceu. Em seu lugar, Barsanulfo enviou, de última hora, o gerente de Energia, Jorge Pereira da Silva, responsável por todo o trabalho de fiscalização da AGR. Porém, por ser o convite pessoal e intransferível, a oitiva não pôde ser iniciada.

A reunião da semana passada foi adiada, para a atual, justamente para atender seu pedido em função de conflitos de agenda. Com isso, criou-se um clima de desagrado na CPI, com críticas dos deputados à ausência. O novo convite, então, prevê obrigatoriedade da presença do presidente, excluindo qualquer participação de representante.

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