Ex-funcionários da falida Encol podem ter respostas após duas décadas

São 1142 pessoas que tentam junto à Justiça receber direitos trabalhistas referentes ao acerto de contas não feito em 1999

Foto: reprodução

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) julga, nesta quarta-feira, 13, os processos movidos pelos 1.142 ex-funcionários da Encol, empresa que faliu em 1999. Os trabalhadores tentam há 20 anos junto à Justiça exigir o pagamento integral dos direitos trabalhistas. A maioria recebeu 40% do valor, a segunda solicitação se trata da correção monetária dos valores.

A Encol S/A foi uma das maiores empresa brasileira atuante no setor da construção civil. Foi fundada em 1961  e chegou a ser a maior construtora brasileira. Abriu processo de falência pós problemas administrativos ocasionados, principalmente, por uma gestão condenada em processos da Justiça Federal, conforme consta no relatório final apresentado em 2013.

Reunidos em torno da Associação Brasileira dos Credores Trabalhistas da Falência da Encol S/A (ABCTE), os autores da ação coletiva são de vários estados brasileiros. Os gestores da massa falida da empresa alegam insuficiência de recursos para pagar os valores integrais. Entretanto a defesa dos trabalhadores aponta que a empresa possui R$ 200 milhões em caixa.

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Carlos Jovino Decarli

Depois de 20 anos, só quero receber o que é meu, isso é uma vergonha, demorar tanto tempo