Ele lutava contra a depressão e tinha um histórico relacionado a bebidas alcoólicas e consumo de drogas. “A sobriedade de Robin estava intacta”, garante mulher do humorista

O ator e humorista Robin Williams, encontrado morto na última segunda-feira (11/8), apresentava estágios iniciais de mal de Parkison, conforme informação divulgada pela sua esposa, a designer gráfica Susan Schneider. Em nota divulgada nesta quinta-feira (14), a esposa de Robin também informou que o ator não se sentia pronto para anunciar a doença publicamente.

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“A sobriedade de Robin estava intacta, e ele foi corajoso enquanto lutava suas próprias batalhas contra a depressão, a ansiedade, assim como os estágios iniciais do mal de Parkinson, algo que ele não estava pronto ainda para anunciar publicamente”, disse. O ator lutava contra a depressão e tinha um histórico relacionado a bebidas alcoólicas e consumo de drogas. A polícia suspeita que ele tenha cometido suicídio.

Há cerca de um mês atrás o ator havia sido internado em uma clínica de reabilitação para tratar dos seus problemas de depressão, alcoolismo e uso de drogas. As investigações tentam descobrir se Robin estava sobre o efeito de alguma droga.

Robin Williams começou sua carreira na televisão em 1977, participando de episódios do “The Richard Pryor show”. Em seu currículo estão vários filmes que marcaram a história do cinema como “Sociedade dos poetas mortos” (1989), “Bom dia, Vietnã” (1987) e “Gênio Indomável” (1997), filme em que o ator foi premiado com um Oscar.

Seu papel mais marcante foi na comédia “Uma babá quase perfeita” (1993), onde interpretava a Sra. Doubtfire. No filme, Robin era um ator desleixado com a família e, quando proibido pelo juiz de ver seus filhos, ele se disfarça de babá idosa para se aproximar das crianças.