Empresários doam R$ 500 mil para projetos do Codese

Verba será usada para colocar em práticas ideias com objetivo de melhorar Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Goiânia

| Foto: Divulgação

Inspiração do Codese é iniciativa semelhante colocada em prática em Maringá | Foto: Divulgação

O Conselho de Desenvolvimento Estratégico e Econômico de Goiânia (Codese) arrecadou, junto a empresários, mais de R$ 500 mil reais para colocar em prática a realização de projetos de diagnóstico e apontamento de soluções para problemas da capital. A verba será destinada a quatro projetos principais do órgão, com o objetivo de traçar outras estratégias de desenvolvimento.

Com os projetos em prática, o Codese espera que Goiânia salte da 45ª colocação no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), posição que ocupa atualmente, para ficar entre as dez melhores do país. A inspiração é a cidade de Maringá, no Paraná, que já implantou um projeto semelhante.

Para falar sobre a experiência em Maringá, foi convidado o ex-prefeito de Maringá por dois mandatos e atual secretário de Estado do Planejamento e Coordenação Geral do Paraná, Silvio Barros (PHS). Em seu discurso, Silvio destacou principalmente a importância da união entre sociedade civil organizada e poder público.

Na oportunidade, Silvio Barros explicou que Maringá é uma base de informações importantes sobre o Codem (Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá), que inspirou o projeto em Goiânia. O secretário, que também é engenheiro civil, explicou que o planejamento de ações precisa ser feito em diálogo com a sociedade.

No caso do Codese, é diálogo é feito mediante as câmaras técnicas que analisam, separadamente, diversos segmentos da cidade, como potenciais econômicos e turísticos, questões educacionais e de saúde e infraestrutura, entre outros.

As propostas do Codese, nos campos econômico, social e de gestão, serão levadas, no meio do ano, aos candidatos à Prefeitura de Goiânia. “Essas medidas não são medidas de governo, mas medidas para serem levadas por anos, sem interrupção ao fim de mandato, para que tenhamos resultados concretos quando Goiânia completar um século de vida. É o desenvolvimento de nossa cidade que está em discussão”, defendeu Renato Correia, presidente do Codese.

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