Empresa de um dos alvos da operação que envolve a Codego é investigada pela Controladoria-Geral do Estado

Portaria da CGE que instaurou comissão para apurar irregularidades em contratos da Log Lab Iteligência Digital foi prorrogada e deve ser concluída até o dia 30 deste mês

A empresa LogLab Digital, de propriedade de Antônio Fernando Pereira Ribeiro, preso nesta quarta-feira, 15, em operação que apura crimes contra a administração pública, é investigada em processo da Controladoria Geral do Estado (CGE), com indícios de irregularidades que acumulam documentos a serem analisados até o final deste mês.

O empresário Antônio Fernando Pereira foi preso na mesma operação que acabou na detenção provisória do diretor-administrativo da Codego, Carlos César Savastano de Toledo, conhecido como Cacai e Weliton Fernandes Rodrigues, o Nenzão, ex-prefeito de Campinaçu.

Empresa investigada

De acordo com informações de portaria da CGE, o Processo Administrativo de Responsabilização de Fornecedores  apura irregularidades na contratação da empresa LOG LAB Inteligência Digital pela então Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento (Segplan)

Apesar de não demonstrar quais são os fatos, a portaria indica apurar responsabilidade administrativa sobre os itens em desconformidade.

 Em decisão que prorrogou a apuração até o dia 30 deste mês, a CGE destaca que a medida se mostra necessária tanto para garantir o direito ao contraditório e ampla defesa , como pela  complexidade dos fatos “e o volume de informações e documentos a serem analisados pela Comissão”.

A reportagem entrou em contato com a Controladoria-Geral do Estado que disse não se pronunciar acerca de processos que ainda estão em andamento.

Ao Jornal Opção, o controlador-geral, Henrique Ziller, também afirmou que não se pronunciará sobre o caso enquanto não houver conclusão.

Codego

A Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego) se pronunciou por meio de nota e disse que colabora com a Policia Civil que, por meio da Delegacia Estadual de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), realizou operação nas dependências da Diretoria Administrativa da companhia. A Codego reafirma seu compromisso com a transparência e aguardará a conclusão das investigações.

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