Em websabatina, dra Cristina aponta necessidade de modernização da gestão em Goiânia

Dra. Cristina participou de websabatina promovida pela Federação do Comércio de Goiás

Dra. Cristina durante websabatina | Foto: Silvio Simões/ Fecomércio

Pré-candidata a Prefeitura de Goiânia, a vereadora dra. Cristina (PL), durante a websabatina promovida pela Federação do Comércio de Goiás (Fecomércio), realizada na tarde desta quinta-feira, 10, aponta que houve grandes erros na condução da pandemia em Goiânia, principalmente por não resolver os problemas da saúde, nem da economia.

Dra. Cristina aponta que o poder público deve ser transformado do Estado provedor, para o Estado administrativo. Para isso, ela quer estabelecer diálogo com o setor produtivo, sobretudo do comércio e da indústria. A partir daí, buscar soluções para desonerar impostos e aprimorar a qualificação dos trabalhadores.

A vereadora avalia que é preciso instalar polos de tecnologia e inovação na capital, para a transformação do poder público em digital. Segundo ela, Goiânia ainda opera no “mundo analógico”.

A administração precisa ser eficaz. Um exemplo apontado pela pré-candidata são os números altos de trabalhadores informais em Goiânia, que querem se formalizar, mas não conseguem. Por isso, o poder público deve facilitar a vida desse empreendedor, criando plataforma para desburocratizar e permitir o acesso à formalização.

Polos tecnológicos e industriais

Sobre os polos industriais e tecnológicos, a vereadora defende que haja critérios para implantação de empresas não poluentes para geração de emprego e renda. Para ela, não adianta somente criar os polos, mas é preciso saber qual é a vocação de Goiânia. Ela aponta que a capital goiana possui aptidões que precisam ser estimuladas.

“Temos que investir onde há vocação. Moda, móveis, setor de alimentos e produção cultural, que é grande indústria e pouco explorada, em uma cidade nascida de um batismo cultural”, avalia.

Dra. Cristina aponta ainda a necessidade de um projeto que ordene a região da Rua 44, para que o local se torne aprazível, não somente para compras, mas para que o turista, ou cidadão goianiense, possa circular, conhecer a cidade e também ser um polo de alimentação e lazer.

“Goiânia esqueceu o turismo. A cidade precisa retomar um organismo para pensar o setor e conseguir investimento. Onde o setor público opera há desorganização, enquanto dentro dos shoppings [da Rua 44] está organizado”, reforça.

Transporte coletivo e segurança

A vereadora aponta que o transporte público é um problema transversal. Por isso, é necessário criação do fundo de investimento para a Região Metropolitana. “A pandemia mostrou que o transporte público de Goiânia é o pior possível. Agressivo, superlotado, ofensivo para a mulher. Não dá para melhorar sem investimento público”, diz.

Ela salienta ainda que é preciso fazer concurso público para a Guarda Municipal, pois o número do efetivo é pequeno. A recuperação dos espaços também é essencial, para a vereadora, para que a segurança seja incrementada através de iluminação, limpeza e proteção, através da presença da guarda.

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