Em parceria com Conselho Nacional, Goiás modifica Diretrizes da Educação Especial

Novo plano prevê maior oferta de escolas bilíngues para surdos, escolas especiais, salas de recursos multifuncionais e tecnologias assistivas

Foto: Reprodução

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) e da Superintendência de Modalidades e Temáticas Especiais, está trabalhando para corresponder as Diretrizes da Educação Especial em Goiás ao regulamento nacional. De acordo com novo formato, a rede de ensino deverá se adequar aos recursos especializados, como escolas bilíngues para surdos, salas de recursos multifuncionais, tecnologias assistivas (como óculos para cegos e o programa DOSVOX, para deficientes visuais, e o aplicativo HandTalk, para deficientes auditivos).

Segundo o membro do Conselho Estadual de Educação (CEE), Eduardo Mesquita, o modelo vigente disponibiliza, para os estudantes com deficiência, apenas escolas comuns no turno de aula e o Atendimento Educacional Especializado (AEE) no contraturno. Esse sistema exclui pessoas que precisam de um acompanhamento mais ostensivo, como deficientes auditivos, visuais, motores ou intelectuais, com Transtorno do Desenvolvimento Global/Transtorno do Espectro Autista ou com Altas Habilidades/Superdotação.

A nova proposta adiciona um Sistema Educacional Inclusivo, que possibilita escolas comuns e escolas especiais , tal como as do Instituto Pestalozzi. Assim, os responsáveis podem optar pela instituição de acordo com as necessidades dos estudantes.

A nova resolução deve ser publicada em maio de 2020, no Conselho Nacional de Educação (CNE).

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