Em meio a crise, secretária de Saúde pode ter que comparecer à Câmara a cada 15 dias

Requerimento da vereadora Dra. Cristina foi aprovado nesta semana pelo plenário e promete estremecer ainda mais as relações entre o parlamento e a gestão municipal

Constante alvo de reclamações por parte de vereadores, a secretária municipal de Saúde, Fátima Mrué, pode ter que comparecer à Câmara de Goiânia a cada 15 dias para prestar esclarecimentos aos parlamentares.

Requerimento de autoria da vereadora Cristina Lopes (PSDB) com este objetivo foi aprovado nesta semana pelo plenário da Casa de leis e promete estremecer ainda mais as relações entre o parlamento e a gestão municipal.

A vereadora tucana justifica o pedido devido às dificuldades que os vereadores enfrentam em serem atendidos na sede da secretaria, localizada no Paço Municipal, no Park Lozandes.

Nesta semana, visita surpresa de vereadores à sede da Superintendência de Regulação e Políticas de Saúde da capital colocou em xeque mais uma vez a relação da gestão municipal com a Câmara. Incorfomada com a atuação da Comissão Especial de Inquérito que apura a situação do setor na capital, a pasta encaminhou nota de repúdio à atuação dos vereadores que integram o colegiado.

No comunicado, a gestão do prefeito Iris Rezende (PMDB) afirma que os vereadores agem para desqualificar profissionais em um “comportamento nada republicano”. Alega, ainda, que a condução da agenda nas unidades de saúde pela CEI “desrespeita médicos, enfermeiros e outros profissionais”.

Nesta sexta, o presidente do colegiado, vereador Clécio Alves (PMDB) disse que os parlamentares têm direito e obrigação institucional de fiscalizar o serviço público municipal e que, por isso, não se importa com a moção da pasta.

“Eu diria que a recípocra é verdadeira. O repúdio que a senhora secretária tem é o mesmo que a CEI tem do trabalho que ela tem feito”, afirmou.

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Rachan

CASO DE POLÍCIA. FUNCIONÁRIO PUBLICO RECEBE MAS NÃO TRABALHA. Em plena sexta-feira 03/11/2017 – o cais do Novo Horizonte esteve fechado com alegação de ponto facultativo, não houve atendimento de consulta e liberação de exames através check-in. Enquanto nas proximidades a rede particular atendia normalmente.