Em Gênova, polícia registra 22 mortos em desabamento de viaduto

Número de vítimas fatais deve aumentar

O desabamento de um trecho de um viaduto na cidade italiana de Gênova (noroeste) deixou vários mortos. Da cidade portuária de Gênova, o vice-ministro dos Transportes da Itália, Edoardo Rixi, informou que, até o momento, foram registradas 22 mortes. Ele alertou que o número de vítimas fatais “deve” aumentar.

As primeiras estimativas, anunciadas pela agência de notícias italiana Adnkronos, era de dezenas de mortos que estariam sob os escombros. Para Rixi, não há justicativa para a tragédia e que o viaduto não tenha sido construído para evitar este tipo de desmoronamento, que ocorreu durante fortes chuvas.

Uma parte do viaduto ruiu cerca de 50 metros de altura e caiu sobre um rio, trilhos de trem e construções. O viaduto estava em obras de fortalecimento da fundação. O primeiro-ministro da Itália, Fiuseppe Conte, irá a Gênova hoje a noite e cará na cidade até amanhã para  acompanhar as ações de salvamento e resgate de eventuais vítimas.

O ministro dos Transportes, Danilo Tonielli, pelo twitter, declarou que está apreensivo para o que parece ser uma imensa tragédia. Já o corpo de Bombeiros disse que “atualmente a  situação é crítica” e há 12 equipes para o resgate e a retirada dos escombros, assim como funcionários da área da saúde e da Defesa Civil.

Com o desabamento, vários veículos foram esmagados. Os bombeiros informaram pelo Twitter quea tragédia aconteceu por volta das 12h local (7h, em Brasília) e que trabalham ativamente com as equipes de Busca e Resgate Urbano (USAR, por sua sigla em inglês) e com cachorros.

O viaduto foi construído na década de 60 e une a estrada que liga a França a Milão. O viaduto passa por uma zona urbana na qual há shoppings, edifícios residenciais e áreas industriais.

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