Em depoimento para PF, Sara Winter nega ter atirado fogos de artifício no STF

Ativista exerceu seu direito de ficar em silêncio e se recusou a responder se era líder do “300 do Brasil”, também não quis comentar qual objetivo do grupo

Foto: Reprodução.

Após ser presa nesta segunda-feira, 15, a ativista bolsonarista Sara Giromini, conhecida como Sara Winter, declarou rm depoimento à Polícia Federal (PF) que ela e o seu grupo, os “300 do Brasil”, não tiveram envolvimento com o lançamento de fogos de artifício no prédio do Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante o depoimento, Sara exerceu seu direito de ficar em silêncio e se recusou a responder se era líder dos “300”. Também não quis comentar qual o objetivo do grupo, afirmando apenas que eles são voltados para a desobediência civil e ações não violentas. A militante também não falou quando foi questionada sobre os ataques ao ministro Alexandre de Moraes, a quem prometeu tornar a vida um “inferno” nas redes sociais.

A ativista confirmou que o grupo dos “300” apoia o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas negou que eles tenham conexões com quaisquer dos três poderes. Também garantiu não receber apoio financeiro do governo federal, de governos estaduais ou municipais e de partidos.

Os advogados de Sara Giromini, Bertoni Barbosa de Oliveira e Renata Tavares, alegaram que ela correrá “risco de morte e violência física” se for transferida da Superintendência da Polícia Federal para a penitenciária, pois “é defensora da polícia e inimiga do crime organizado”.

Confira o depoimento de Sara Giromini na íntegra:

Depoimento de Sara “Winter”. Foto: Reprodução.
Depoimento de Sara “Winter”. Foto: Reprodução.
Depoimento de Sara “Winter”. Foto: Reprodução.

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