Com a proposta de eleger quatro deputados estaduais e dois federais, o líder do partido s destaca cinco nomes nessa corrida

Segundo o presidente do Podemos em Goiás e atual presidente do Detran, Eduardo Machado, uma revelação política irá acontecer este ano pelo partido. Na expectativa de eleger até quatro deputados estaduais e dois federais, o Podemos é um partido que vem se movimentando na corrida eleitoral deste ano. Isto porque, a sigla já declarou o apoio à reeleição do atual governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil). E, em março deste ano, Caiado nomeou Eduardo Machado como presidente do órgão.

Com a chapa para deputado federal com 18 nomes, sendo que seis são mulheres e 12 homens, o presidente regional do partido apontou cinco nomes como destaque nessa corrida. Segundo ele, se destaca Enio Tatico; Yuri Tejota, irmão do vice- governador Lincoln Tejota; Breno Leite; Willis Morais e a professora Edna Aparecida, ex-prefeita de Luziânia.  

“Nos últimos meses, todo nosso foco estava em formar as chapas de candidato a deputado estadual e federal e isso conseguimos fazer com muita maestria. Fechamos com chapa completa de federal e estadual. Acreditamos em eleger três ou quatro estaduais, e até dois federais. Isso vai ser uma revelação na política esse ano”, disse Eduardo Machado ao Jornal Opção.

Enquanto isso, na corrida ao Palácio das Esmeraldas, o líder do Podemos por Goiás avalia a reeleição de Caiado como forte. Isto porque, segundo ele, as pesquisas eleitorais “estão muito favoráveis”, o que pode gerar em uma eleição já no primeiro turno, acredita Eduardo Machado.

Já para a Presidência, a posição do Podemos nacional é aguardada para que a regional possa se posicionar. Isto porque, até o momento, a sigla espera novos “jogadores” a serem lançados pela terceira via. Também em uma análise da corrida presidencial, para Eduardo Machado, a desistência do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro (UB) movimentou a corrida pela presidência.  “No plano nacional, vai ficar bem emocionante essa disputa acirrada entre Lula e Bolsonaro. Isso porque o Lula estava bem na frente, mas com a saída do Moro, o eleitorado que estava com o Moro migrou todo para o Bolsonaro, o que deu uma equiparada no jogo”, disse.