“É uma operação política, e não policial”, diz advogado de José Eliton

Tito Amaral se desloca agora pela manhã à sede da Delegacia Estadual de Combate à Corrupção (Deccor) para ter acesso ao inquérito da operação deflagrada na manhã de hoje (15)

Tito Amaral, advogado do ex-governador José Eliton

O advogado do ex-governador José Eliton (PSDB), Tito Amaral, se desloca agora pela manhã à sede da Delegacia Estadual de Combate à Corrupção (Deccor) para ter acesso ao inquérito da Operação Terra Fraca, que teve o tucano como um dos alvos da Operação. Tito afima que está “estupefato” e que a operação é “política, e não policial”.

Os policiais da Deccor cumpriram mandados de busca e apreensão na casa e no escritório do ex-governador. Segundo Tito, a polícia recolheu um pen-drive e o celular de José Eliton, além de copiarem arquivos de um computador no escritório do tucano.

A operação foi deflagrada na manhã desta terça-feira. A Deccor cumpriu 12 mandados de buscas. São investigadas sete pessoas físicas e sete jurídicas. Os mandados foram cumpridos contra dez alvos em Goiás e dois no Tocantins (fotos abaixo).

A investigação apura o envolvimento de empresas privadas, servidores da Agetop e também do núcleo político e financeiro que gerenciava os contratos da empresa fornecendo pagamentos e a operacionalização de lavagem de dinheiro.

Com isso, empresas privadas e pessoas físicas estão sendo investigadas por peculato, organização criminosa, superfaturamento de obra e lavagem de capitais.

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