Duas cidades de Goiás estão entre as dez que mais geram empregos no Brasil

Capital está no 3º lugar no ranking nacional, com 1.906 empregos gerados, atrás apenas de Bebedouro (SP) e da cidade de São Paulo

Divulgação

As cidades de Goiânia e de Cristalina estão entre as dez maiores geradoras de emprego formal  no País, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, referentes ao mês de julho, divulgados na noite desta quarta-feira (22/8) e compilados pelo Instituto Mauro Borges, da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan).

Goiânia está no 3º lugar no ranking nacional, com 1.906 empregos gerados, atrás apenas de Bebedouro (SP) e da cidade de São Paulo. Cristalina, no Entorno do DF, está posicionada no 10º lugar entre os 5.570 municípios brasileiros.

Pela estatística do Ministério do Trabalho e Emprego, no mês passado, Goiás se posicionou como 4º maior Estado gerador de empregos formais, através de São Paulo, Minas Gerais e de Mato Grosso, com 4.118 vagas abertas. No acumulado do ano, o saldo de empregos é de 37.156 contratações, colocando o Estado 3º lugar.

O governador de Goiás em uma reunião, nesta quinta-feira (23/8), com os empresários ligados aos segmentos de comércio e serviços, na Federação do Comércio, comemorou os números do Caged que coloca Goiás como um dos mais eficientes na geração de empregos e atribuiu o fato ao esforço dos empresários que lutam pela conquista do mercado, garantindo empregos e renda à população goiana.

O secretário de Desenvolvimento (SED), Leandro Ribeiro, afirma que os dados que mostram maior geração de empregos em Goiás, bem como no Brasil, são, em parte, devido a recuperação no mercado de trabalho após a greve dos caminhoneiros, que afetou sobremaneira a economia brasileira.

No mês passado, o setor de serviços, puxado pelo segmento de vendas e locação de imóveis, puxou para cima a geração de empregos formais em Goiás, com a abertura de 1.488 novas vagas de trabalho. O empresário Paulo Roberto da Costa, da Tropical Urbanismo, confirma que, nos últimos 90 dias, as empresas esboçaram uma reação no mercado com o aumento de lançamentos de novos imóveis e, automaticamente, com mais vendas. Porém, ele destaca que há um certo temor entre o empresariado com os rumos políticos do Brasil. “Queremos, no futuro, um governo empreendedor, que apoia o setor produtivo”, disse.

A presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hoteis (ABIH), de Goiás, Vanessa Pires Morales, informa que, em junho e julho, Goiás foi o 2º Estado que mais contratou mão de obra no segmento de turismo, atrás apenas de São Paulo. “Isso já é reflexo da retomada da economia brasileira”, destaca.

Recorde

Em julho, a geração de empregos em Goiás continuou batendo recordes. A abertura de novas vagas de trabalho cresceu 0,34% em relação a junho. O Saldo foi 4.118 empregos formais. De janeiro a julho, o saldo acumulado (diferença entre contratações e desligamentos) foi de 37. 156 vagas abertas. No Brasil o emprego também está com saldo positivo de 47.219 vagas formais preenchidas.

Os dados do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostram que o setor de serviços foi o campeão na empregabilidade, seguido do comercio, da construção civil, da agropecuária e da indústria de transformação, puxado pelo segmento da indústria de alimentos.

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