Divisão de Operações com Cães pode ser criada na Polícia Civil de Goiás

A proposta, de autoria do deputado estadual Delegado Eduardo Prado (sem partido), visa a criação da Divisão na estrutura da Superintendência de Polícia Judiciária

Projeto de criação da DOC é do deputado Delegado Eduardo Prado / Foto: Reprodução

Um Projeto de Lei (PL) que já tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), propõe a criação de uma Divisão de Operações com Cães (DOC), coordenada por um policial civil, para a utilização dos animais na detecção de ilícitos, como armas e entorpecentes. O PL se sustenta na justificativa de que seria “comprovadamente uma ferramenta essencial no combate ao tráfico”.

A proposta, de autoria do deputado estadual Delegado Eduardo Prado (sem partido), que também é pré-candidato à Prefeitura de Goiânia. visa a criação da DOC na estrutura da Superintendência de Polícia Judiciária, sob a coordenação de um policial civil de carreira com especialização técnico-científica em cinofilia.

O objetivo do PL que é a utilização dos cães com treinamento especializado na descoberta de entorpecentes, armas, explosivos, munições e até pessoas com problemas com a Lei. A estrutura da DOC. segundo o texto do projeto, teria sede em Goiânia, com e atuação em todo o território estadual, “podendo a Administração criar bases operacionais no interior, conforme planejamento estratégico da Polícia Civil do Estado de Goiás”.

Como justificativa para o projeto, o Delegado Eduardo Prado argumenta que a DOC seria uma “ferramenta essencial” no combate ao tráfico de entorpecentes. Segundo ele, o trabalho de combate ao narcotráfico em Goiás seria uma fator de relevância na diminuição da violência, uma vez, ainda de acordo com o parlamentar, “a maior parte dos homicídios têm por fator determinante o uso ou comercialização de drogas”.

Sendo assim, o projeto auxiliará de forma efetiva na redução de crimes contra a vida, coadunando-se com as metas da Polícia Civil de redução de delitos de homicídios até o ano de 2022”, declarou.

 

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