Diálogo e republicanismo viabilizaram apoio político em Trindade, diz Caiado

Consolidação de apoio em Trindade amplia a base de Caiado e isola Mendanha com apenas parte de Aparecida de Goiânia

Janio Darrot, governador Ronaldo Caiado e o prefeito de Trindade Marden Júnior | Foto: Gabriela Macêdo

A consolidação do apoio político de Trindade ao projeto eleitoral de Ronaldo Caiado (UB) reflete muito diálogo e a postura republicana do Governo de Goiás, segundo o próprio chefe do Executivo estadual. O respeito aos prefeitos, independente das posições políticas deles, na avaliação de Caiado, tem resultado em ampliação da base na disputa pelo Palácio das Esmeraldas. A adesão do ex e do atual prefeito de Trindade, respectivamente, o empresário Jânio Darrot (Patriota), que já foi presidente do PSDB, e Marden Júnior, nesta terça-feira, 22, eleva para pelo menos quatro o número das maiores cidades do Estado que estão no reduto caiadista. Além de Trindade, na região metropolitana Caiado tem Goiânia, Anápolis, Rio Verde e segue avançando.

Embora seja administrada por Gustavo Mendanha (sem partido), também pré-candidato ao Governo de Goiás, ele tem apenas parte dos votos de Aparecida de Goiânia, a segunda cidade mais populosa de Goiás. Isso porque, também tem força na cidade o pré-candidato a vice-governador na chapa de Caiado, Daniel Vilela (MDB), filho do ex-prefeito Maguito Vilela, que precedeu Mendanha e é o mais bem avaliados entre gestores que já estiveram a frente de Aparecida. Na prática, o avanço de Caiado para Trindade, um histórico reduto tucano, isola Mendanha apenas no município que ele ainda administra, já que Mendanha tentava captar parte dos votos de Marconi Perillo (PSDB), Jânio e Marden na região.

Segundo Caiado, aos poucos, ele teve a oportunidade de mostrar o que a atual gestão vem realizando em relação ao município, de dialogar com Jânio e aparar arestas. O resultado foi o apoio, conforme antecipado pelo Jornal Opção, declarado por Darrot e Marden para Caiado. Jânio disse, inclusive, que Ronaldo merece um segundo mandato. “Nunca discriminei a cidade ou usei a máquina de governo para pressionar quem quer que seja. Sempre tive um tratamento republicano com todos eles. Além de nunca ter atrasado nenhum repasse aos prefeitos de Goiás, isso pode se perguntar a qualquer um dos 246”, conta o governador. Para ele, a posição respeitosa é o principal motivo para estabelecer confiança e uma das principais explicações para ampliação continua da chapa que ele forma para as eleições deste ano.

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