“A despeito das previsões negativas, UFG continua crescendo”, avalia Orlando Amaral

Prestes a “devolver” reitoria ao professor Edward Madureira, atual gestor garante transição tranquila e “sem descontinuidade”

Reitor Orlando Afonso do Amaral: “A universidade se tornou muito grande, o que torna a gestão complicada”

Apesar dos cortes que afetaram as instituições de ensino superior em todo o País, a Universidade Federal de Goiás (UFG) termina o ano de 2017 com um saldo positivo. Ao menos é o que garante o reitor Orlando Amaral, às vésperas de “devolver” a gestão ao professor Edward Madureira.

Em entrevista nesta semana, o reitor admitiu problemas financeiros e um déficit milionário em um ano de contingenciamentos e cortes orçamentários por parte do governo federal. Ainda assim, Orlando é positivo ao afirmar que a instituição cresceu em outros aspectos ao longo dos últimos quatro anos.

“O que nós observamos e compilamos no relatório de gestão é um conjunto de realizações muito significativos. A despeito das previsões negativas, UFG continua crescendo”, avaliou.

Como exemplo, ele lembra que sua gestão entregou quatro grandes obras nos últimos anos e deu início a outras 11 que devem ser inauguradas já em 2018. O reitor também cita a expansão de cursos de graduação e pós-graduação, além de melhora nos conceitos acadêmicos.

Sobre o período de transição de gestão, Orlando afirma que as mudanças já têm sido trabalhadas ao longo dos últimos meses de forma bastante tranquila e sem qualquer descontinuidade. “Da mesma forma que o professor Edward me entregou a reitoria há quatro anos de forma bastante tranquila, o farei da mesma forma”, encerrou.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.