“Desemprego já está gritante”, diz Paulo Trabalho ao defender isolamento vertical

Para deputado, Goiás deve aderir ao isolamento somente para o grupo de risco e às “precauções para as pessoas saudáveis”

Para Paulo Trabalho, o isolamento vertical é a melhor opção para o Estado / Foto: Y. Maeda

Diante do afrouxamento do isolamento social e retomada de parte das atividades econômicas em Goiás, o deputado estadual Paulo Trabalho, do PSL, defendeu o isolamento vertical e afirmou que o método deveria ter sido adotado logo na primeira semana de pandemia. Para ele, as atividades comerciais devem ser retomadas como meio de frear os efeitos de uma provável recessão no país.

Para o deputado, desde que sejam mantidos os devidos cuidados e resguardadas as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), o que inclui uso de máscara, álcool em gel e distanciamento mínimo, o Estado de Goiás deve voltar a se movimentar, aderindo ao “isolamento para o grupo de risco”, e precauções para “as pessoas saudáveis”.

De acordo com Trabalho, a medida de isolamento horizontal – que determina o isolamento social de todos os indivíduos, incluindo aqueles não enquadrados no grupo de risco – pode ocasionar sérias consequências econômicas para o Estado, e que, na atual conjuntura, “o desemprego é gritante”, assim como o quadro de falência de empresas.

Para ele, o isolamento horizontal “vai impactar por muitos anos a vida do cidadão goiano, vai trazer um malefício muito maior do que o próprio coronavírus”, e arrematou: “Não adianta isolar as pessoas 15 dias, 30 dias, 40 dias e depois liberar o pessoal pra voltar a ter contato social, só vai ter servido pra quebrar o Estado, quebrar o País”.

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