Deputados defendem que o governo de Goiás adquira vacinas contra a Covid-19

Os pedidos foram realizados diante da decisão STF que, na tarde de hoje, 23, formou maioria para permitir que estados e municípios possam comprar o imunizante

Na sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Goiás, desta terça-feira, 23, deputados defenderam que o Governo de Goiás adquira vacinas contra a Covid-19.

Os pedidos foram realizados diante da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, na tarde de hoje, formou maioria para permitir que estados e municípios possam comprar imunizantes, se a União descumprir planejamento previsto no Programa Nacional de Imunização (PNI).

Na ocasião, a deputada Adriana Accorsi (PT) destacou a necessidade de medidas mais rígidas para a contenção do contágio da Covid-19, ao cobrar mais ação do governo estadual, das prefeituras e contrapartida da população.

“Estamos em um momento trágico com pessoas morrendo todos os dias no nosso estado. Nós precisamos estar atentos, buscar junto ao governador, as vacinas para proteger nossas vidas e evitar ainda mais a superlotação do sistema de saúde. E, principalmente, com a vacina poderemos retomar a economia do nosso país”, frisou Accorsi.

A deputada Lêda Borges (PSDB) defendeu que o governo estadual faça a aquisição de vacinas contra a Covid-19. A parlamentar ressaltou que a medida é para promover agilidade e ampliação da campanha de vacinação dos grupos prioritários, incluindo profissionais de saúde, idosos, indígenas e portadores de necessidades especiais.

Gestão Municipal

Durante reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), o deputado Talles Barreto (PSDB) criticou a decisão do prefeito de Goiânia, Rogério Cruz (Republicanos), que autorizou o comércio na região da Rua 44 a funcionar de quarta-feira a sábado, das 7 horas às 15 horas.

“O prefeito está sendo irresponsável com o povo de Goiânia. O pior problema da pandemia pode ocorrer em março e abril. Tinha que fechar Goiânia agora por pelo menos 10 dias. Goiânia hoje não tem UTI. Não tem vacina. Estamos passando por um estado de calamidade. E o prefeito sofreu pressão do comércio, foi fraco e sem pulso e não tomou uma atitude que foi recomendada pelo secretário de saúde estadual”, disse Barreto.

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