Deputado Eduardo Prado confirma saída do PV visando disputa pela Prefeitura de Goiânia

Parlamentar alega que vai aceitar processo de expulsão, mas seguirá projeto de candidatar-se a prefeito em Goiânia por outra sigla

Eduardo Prado, deputado estadual | Foto: Fábio Costa/Jornal Opção

O deputado Eduardo Prado está de saída do Partido Verde. Desde o ano passado ele vinha sofrendo um processo de expulsão da sigla, agora ele decidiu que vai acatar posição do diretório estadual. Essa pode ser uma oportunidade para que ele se lance candidato a prefeito de Goiânia por outro partido.

“Eu estou tranquilo quando a isso. Eu respeito. Meu advogado continua fazendo minha defesa, mas agora vamos buscar junto ao TRE a justa causa para expulsão”, diz o deputado. Ele explica que assim consegue manter a cadeira na Assembleia Legislativa do Estado e tem uma janela até abril para se filiar a um novo partido.

Eduardo Prado confirma que vai seguir com o objetivo de se lançar a prefeitura de Goiânia, embora ainda não tenha nenhuma definição de que partido dele deverá se filiar. “Vamos iniciar as negociações”, diz.

O deputado estadual já ocupou a cadeira de vereador por Goiânia e também atuou como delegado. Ele acredita que essa trajetória lhe conferiu um capital politico que vai contribuir para as negociações para uma chapa que ele busca encabeçar.

Eduardo Prado vinha desde o ano passado tentando viabilizar sua candidatura a prefeitura de Goiânia dentro do PV, mas teve seu projeto rejeitado pela direção da sigla. O presidente do diretório estadual do partido, Cristiano Cunha tem seu nome apoiado pela executiva nacional, e deverá ser o candidato.

“Está confirmado meu nome para a disputa a prefeitura”, afirma o líder estadual do PV.
Apesar de se tratar de uma expulsão, Cristiano Cunha confirma que a saída de Eduardo Prado foi tranquila. “Falamos até em uma possível composição no futuro se for viável”, diz.

Processo de expulsão

O processo de expulsão de Eduardo Prado do PV é por infidelidade partidária por que em 2018 ele apoiou o então candidato Jair Bolsonaro, em detrimento de Marina Silva, da Rede, que tinha aliança com os verdes.

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