Deputado do PMDB reconhece dificuldades na gestão Iris: “É o remédio amargo”

Lívio Luciano rebate críticas à administração peemedebista e fala em “herança” deixada para novo governo

Divulgação

Recém-empossado deputado estadual, Lívio Luciano, do PMDB, saiu em defesa do prefeito Iris Rezende (PMDB) quanto à crise instalada na administração municipal no primeiro mês de gestão. Para Lívio, a situação é momentânea e reflexo do desequilíbrio fiscal “herdado” por Iris. Segundo o deputado, tudo que o líder político enfrenta, hoje, já havia sido antecipado durante o período de campanha.

“Críticas quanto às nomeações, projetos que estejam deixando de ser realizados por enquanto… Tudo isso já era esperado para o início da gestão. É preciso reaver o equilíbrio fiscal. Se não der o remédio amargo agora, a população vai sofrer bem mais depois”, defendeu o peemedebista.

Um mês à frente da prefeitura, a gestão Iris tem enfrentado diversos questionamentos, que passam pelo atraso no pagamento de servidores, pela morosidade para a indicação do secretariado e pelos escândalos envolvendo os auxiliares já nomeados. O decano ainda enfrenta a cobrança de vereadores, que esperam maior atitude do gestor, e também denúncias quanto à forte (e questionável) participação da primeira-dama Íris de Araújo no Paço.

Sobre este último tópico, Lívio Luciano afirma ser falsa a especulação de que seria a esposa de Iris que estaria comandando a administração municipal. “Quem conhece Iris como eu conheço sabe que quem toma as decisões é ele. Enquanto esposa, ela quer o melhor para ele”, amenizou.

Até então cotado para assumir a Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), Lívio tomou posse nesta semana na Assembleia Legislativa de Goiás, após o vereador Clécio Alves (PMDB) desistir do cargo deixado pelo agora prefeito de Formosa, Ernesto Roller (PMDB).

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