Emedebista defende punição a prefeitos dissidentes do partido

Primeira sessão do Conselho de Ética para analisar expulsão acontece nesta quinta-feira (10/5)

Dep. Wagner Siqueira |Foto: Agência Assembleia de Notícias

A primeira sessão de análise dos processos de expulsão de prefeitos do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) será realizada nesta quinta-feira (10/5). Primeiramente, serão analisados os processos cautelares dos prefeitos Ernesto Roller (Formosa), Adib Elias (Catalão) e Paulo do Vale (Rio Verde).

Para Wagner Siqueira, deputado estadual pelo MDB, a expectativa é de que seja criado um padrão e de que fiquem no partido apenos os membros que concordem e representem a ideologia da sigla.

“O MDB, que é o maior partido de Goiás, tem uma história, tem um pré-candidato, tem chapas de estadual, de federal, está fazendo composições para vice e para o senado. Os membros que se utilizaram dessa sigla  partidária para conseguirem seus mandatos têm que pertencer a ideologia que esse partido está seguindo”, defende.

Já o deputado José Nelto (Podemos), que deixou o MDB durante a janela partidária e fazia parte da ala emedebista que apoia a pré-candidatura de Ronaldo Caiado, minimiza a reunião da próxima quinta-feira (10/5).

“Qualquer decisão ela só pode ser tomada a partir do momento que houver as convenções partidárias. O nosso grupo de prefeitos vai resistir e qualquer ação mal feita juridicamente nós vamos para a justiça”, avisa.

Para Siqueira, é provável que, até que seja realizada a convenção, os prefeitos dissidentes sejam advertidos. ” Se a realização da convenção for determinante no processo legal, provavelmente eles devam ser advertidos e ficar nisso. Aí faz a convenção e quando firmar a candidatura do Daniel eles serão obrigados a vir ou estarão sujeitos a punição pertinente”.

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