Defesa de Júlio Vaz e Jayme Rincón pede recurso contra decisão de leilão de bens

Justiça Federal determinou leilão de bens sequestrados na Operação Confraria, em que os ex-presidentes da Codego e da Agetop são alvo

O juiz Rafael Ângelo Slomp, da 11ª Vara Federal de Justiça de Goiás, determinou que os bens sequestrados na Operação Confraria serão leiloados, em atendimento a um pedido do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF).

O ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), Júlio Vaz, informou, por meio da defesa, que já entrou com recurso cabível. Ele, que foi alvo da operação em 2018, tem bens relacionados na lista do leilão, que inclui 17 imóveis e 23 veículos no total.

Segundo a defesa de Júlio Vaz, a decisão arbitrária e todos os seus imóveis têm origem legal. “Sequer existe conclusão do inquérito e denúncia oferecida. Ressalta, ainda, que já interpôs recurso cabível e, ainda, que todos os imóveis de Júlio são de origem lícita”, escreveu o advogado Romero Ferraz Filho.

A determinação prevê que o valor total do leilão deve ser depositado em conta judicial remunerada. A Operação Confraria é um desdobramento da Cash Delivery e investiga crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção. À época foram presos Júlio Vaz e o ex-presidente da Agetop, Jayme Rincón.

O último também disse que é contra a decisão e a defesa recorrerá.

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