“Decisão não passou por mim”, diz Lucas Calil sobre aliança entre PT e PSL

Após repercussão, deputado comenta aproximação entre os partidos na capital e assegura que continuará fiscalizando gestão atual

Deputado Lucas Calil em visita ao Jornal Opção | Foto: Alexandre Parrode

Deputado Lucas Calil em visita ao Jornal Opção | Foto: Alexandre Parrode

A confirmação da aliança entre PT e PSL, preanunciada pelo deputado estadual Lucas Calil ao Jornal Opção, tem repercutido nas redes sociais e foi objeto de discussão no plenário da Assembleia Legislativa de Goiás, nesta quinta-feira (28/4).

Em nova entrevista à nossa reportagem, Lucas reforçou que a decisão do partido não passou por ele. “Foi uma decisão do diretório municipal, não faço parte de nenhuma executiva. Sou um simples membro do partido, que venci as eleições e sou deputado pelo PSL”, afirmou.

O deputado ponderou, ainda, que aceita a decisão do partido e que a aproximação entre as legendas não faz dele uma pessoa incoerente. “Nunca fui incisivo em dizer que o culpado de tudo é o PT. Eu culpo administrações. Culpo a administração da presidente, mas não acho que o PT é culpado por tudo que é ruim”, explicou.

“Continuarei fiscalizando a gestão do prefeito como sempre fiz. Enaltecer o que tiver que ser enaltecido, criticar o que tiver que ser criticado”, acrescentou.

Conforme relevou em primeira mão a coluna Bastidores, o PSL fechou com o prefeito Paulo Garcia (PT) e indicou um nome para a presidência da Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT).

Na última quarta-feira (27), Lucas já havia afirmado que a decisão do partido não teve sua conivência, mas também não contou com sua restrição. “Nunca nem estive com o prefeito Paulo Garcia. Mas respeito o partido. Não é por que sou deputado que minha palavra conta mais”, disse, sinalizando que uma aliança com o PT na capital pode fortalecer e deixar mais competitiva a chapa de vereadores da sigla para o pleito vindouro.

Na entrevista mais recente, o deputado afirmou ainda que não tem pretensões de ser candidato à vice da pré-candidata Adriana Accorsi. “Ela é minha amiga. Se eu fosse pleitear alguma coisa seria uma candidatura própria. Ser vice não passa na minha cabeça”, garantiu.

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