Decisão de não abrir comércio no Carnaval contraria posição do Sindilojas

Ideia do Sindicato seria de transferir os dias de descanso dos funcionários para outras duas datas no ano, mas proposta não foi aceita

Presidente do Sindicato do Comércio Varejista do Estado de Goiás (Sindilojas), Eduardo Gomes dos Santos, em entrevista ao Jornal Opção |Foto: Fernando Leite / Jornal Opção

O Sindicato do Comércio Varejista no Estado de Goiás (Sindilojas-GO) prestou esclarecimentos e comentários a respeito da decisão de defender a abertura do comércio durante os dias 15 e 16, quando seria celebrado o Carnaval em Goiânia.

Eduardo Gomes dos Santos, presidente do Sindilojas-GO, explicou que a decisão de apoiar a abertura do comércio se justifica na necessidade de recuperar a economia local. “Com a pandemia, muitos empresários tiveram de fechar suas lojas por meses. Buscamos essa alternativa atendendo a demanda de alguns empresários e segmentos do mercado”, afirma.

Historicamente, há um acordo entre patrões e empregados que na segunda e terça-feira de Carnaval houvesse um descanso para os funcionários. Contudo, com a pandemia, a ideia do Sindilojas foi de discutir sobre a possibilidade de convocar os empregados para trabalhar nesses dias, com esse descanso transferido para outra data.

Eduardo afirmou que foi feita uma tentativa de acordo com o Sindicato dos Empregados no Comércio do Estado de Goiás (Seceg) relacionado com a questão, mas que a proposta foi rejeitada pelo Sindicato. “Não tivemos nenhuma negociação, pois o Seceg entendeu que não era motivo suficiente para abrir o comércio”, relata o presidente do Sindilojas.

Eduardo também declarou apoio à decisão do governo e do município de Goiânia de suspender o ponto facultativo no Carnaval, sob a justificativa que seria melhor para evitar viagens e aglomerações.

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