De olho em 2020, Partido Verde mira expansão, mas precisa acertar presidência estadual

Deputado Eduardo Prado quer presidir sigla no Estado e é possível candidato a prefeito em Goiânia  

Fotos: Fernando Leite / Jornal Opção

O deputado Eduardo Prado, do Partido Verde, afirmou que a sigla mira expansão em Goiás e que tem rodado o interior para debater possíveis candidaturas em 2020.  Entre os municípios que podem contar com candidatos da sigla, Prado cita Catalão, Águas Lindas, Aparecida, Goiânia, Ipameri, Teresópolis, Anápolis e Itumbiara.

“Alguns nomes já me procuraram em Aparecida de Goiânia e Anápolis, mas ainda estamos estudando as possibilidades. Acredito que, em Goiânia, há um consenso em relação à minha candidatura”, explicou Prado ao relatar que conta com uma base de vereadores e possíveis candidatos. “Principalmente àqueles que estão insatisfeitos com a gestão desastrosa do prefeito Iris Rezende”, pontuou.

Sobre a disputa na capital, Eduardo diz que está esperançoso e acredita no potencial de sua chapa para vencer o atual prefeito de Goiânia. “Coloquei meu nome à disposição para fazer a renovação, o Iris precisa pendurar as chuteiras. Essa política de fazer asfaltos com empréstimos para ganhar a população tampando buracos não cola mais”, defendeu.

No entanto, para continuar articulando essa expansão da sigla, Prado quer o comando da sigla em Goiás, que segundo o parlamentar está perdendo espaço por estar nas mãos do Eduardo Zarats, que fica em Brasília. “Estou aguardando o posicionamento do partido, pleiteei a direção para ampliar o PV aqui em Goiás. Estou aguardando para sentar com o presidente da sigla e acertar essa questão”.

Sobre as especulações de que Benitez Calil também estaria interessado no cargo, Prado diz que não acredita que o colega tenha representatividade e história suficiente na sigla para assumir a missão. “Eu ajudei na formatação dessa base na Câmara e agora como deputado tenho influência a nível nacional, com uma representatividade e capacidade de interlocução com a bancada federal da segurança, com o governador Ronaldo Caiado e com o presidente Jair Bolsonaro”, disse o parlamentar.

O deputado disse ainda que, por sobrevivência partidária, acredita que o Partido Verde não vai se opor ao seu nome. “Não vejo com outro nome”. Questionado sobre o que faria caso isso ocorresse, Prado foi enfático: “Se isso ocorrer me afasto do Partido Verde!”, concluiu o deputado.

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