Cuba enviará médicos para atuar contra o surto de ebola na África

O suporte inclui médicos, enfermeiros, epidemiologistas, especialistas em controle de infecção, especialistas em terapia intensiva e agentes de mobilização social

O governo de Cuba vai enviar 165 profissionais de saúde para atuar no combate ao surto de ebola em Serra Leoa. O suporte inclui médicos, enfermeiros, epidemiologistas, especialistas em controle de infecção, especialistas em terapia intensiva e agentes de mobilização social.

O grupo deve chegar a Serra Leoa em outubro e deverá ficar no país por seis meses. Todos os profissionais já atuaram antes na África. Segundo a  Organização Mundial da Saúde (OMS) foi a maior oferta de profissionais de um único país.

Dados divulgados hoje (12) pela OMS mostram que o vírus ebola atingiu 4.366 pessoas  e causou 2.218 mortes em Serra Leoa, na Guiné, na Libéria, na Nigéria e no Senegal até o dia 7 de setembro. Nos três primeiros países há um surto da doença.

No caso do Senegal, houve apenas um paciente, que contraiu a doença na Guiné.  Segundo a OMS, as pessoas que tiveram contato com ele estão sendo monitoradas, mas, a princípio, não houve contaminação e o paciente já está curado.

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