“A crise econômica tem rosto, nome, fala confusa e saudação à mandioca”, diz deputado goiano

Fábio Sousa ironiza falas da presidente Dilma Rousseff e faz duras críticas ao ex-presidente Lula

Deputado federal engrossa discurso contra gestão federal e o PT

Deputado federal engrossa discurso contra gestão federal e o PT

O deputado federal Fábio Sousa, do PSDB, engrossou o discurso contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, ambos do PT. Para o tucano, ambos tentam culpar a Operação Lava Jato e o juiz Sérgio Moro pela atual crise econômica que o país enfrenta.

“Isso é o que a gente chamava antigamente de delírio de uma noite de verão. Isso só pode ser um delírio, falar uma bobagem dessa. A crise econômica tem rosto, nome, sobrenome, posição, fala confusa, saudação à mandioca, tem de tudo: chama-se Dilma Rousseff. Ela é a grande responsável pela crise econômica. Não adianta usar falácia militante, falácia ideológica, para tentar defender”, ressaltou.

Para Fábio Sousa, o governo petista se recusa a enxergar o que já está óbvio para o resto do mundo: a derrocada brasileira. “O mundo todo está dizendo isso. A revista The Economist, que é a mais respeitada revista de economia no mundo, está dizendo ‘Dilma, está na hora de ir embora’. Está certo que ela pegou muita tranqueira do governo anterior, mas ela conseguiu fazer o que ela previu: não estabeleceu meta, mas mesmo assim dobrou a meta que ela não estabeleceu”, ironizou.

“Incitação à violência”

Fábio Sousa também criticou a iniciativa do ministro da Justiça, Eugênio Aragão, de determinar que a Polícia Federal abra um inquérito para investigar suposta incitação à violência contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki.

Segundo ele, a decisão do ministro é unilateral e escolhe ignorar as repetidas declarações dadas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por líderes petistas que, de acordo com o tucano, “são claras na incitação à violência”.

Para Fábio Sousa, o ministro da Justiça direciona o foco das investigações a manifestantes contrários ao PT e ao governo da presidente Dilma Rousseff, deixando de lado a neutralidade.

“Se ele está usando os seus atributos de chefe da Polícia Federal para determinar essas investigações, então que ele seja imparcial. Que ele seja um ministro de Estado, e não um ministro de governo. Tem diferença. O ministro da Justiça tem que ser um ministro de Estado, e como ministro de Estado ele não pode olhar PT ou PSDB”, disse.

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