Corumbá vai a júri popular por morte de turista israelense em Pirenópolis

Crime ocorreu há 16 anos em Pirenópolis; Acusado teria matado outras cinco mulheres

 | Foto: Wesley Costa

José Vicente Matias, o Corumbá, será julgado por crime ocorrido em abril de 2004 na cidade de Pirenópolis | Foto: Wesley Costa

Yago Sales

Conhecido como Corumbá, José Vicente Matias vai a júri popular em julho deste ano depois de ser acusado de matar a israelense Katryn Rakitov. O crime ocorreu em abril de 2004, em Pirenópolis.

Corumbá teve seu nome repercutido na imprensa internacional depois de acusado de matar pelo menos seis mulheres, três estrangeiras. Ele confessou que as mortes eram realizadas para rituais de magia negra, ocorridos em quatro Estados brasileiros.

Preso no Maranhão, onde cometeu dois dos assassinatos, Corumbá virá a Goiás para o júri, depois de a decisão ser proferida pelo juiz Sebastião José da Silva, da comarca de Pirinópolis.

Segundo a denúncia, Katryn Rakitov era namorada do acusado e estava embriagada. Ela foi morta a pedradas. Corumbá confessou ter bebido o sangue da vítima e roubado os pertences e a quantia de € 15 mil.

O dinheiro nunca foi encontrado e Corumbá mudou o seu depoimento acerca da subtração dos valores. A defesa postulou a desclassificação para homicídio doloso que, diferente do latrocínio, impõe submissão ao Tribunal do Júri. (Com informações do Centro de Comunicação Social do TJ-GO)

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