Correios desmente uso político da empresa

Estatal também rebateu a acusação de favorecimento de candidaturas petistas

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Os Correios divulgaram neste sábado (18/10) nota rebatendo matéria publicada no site da revista IstoÉ, na qual acusava a empresa pública de ser aparelhada e utilizada como moeda política para favorecer aliados do governo. A matéria, publicada nessa sexta-feira (17), salienta que a maioria dos chefes de departamento da empresa ocupa a função por indicação política.

A nota, por sua vez, informa que “todos os diretores regionais dos Correios são funcionários de carreira da empresa, muitos deles com mais de 30 anos de serviço”. O texto ressalta também que “os chefes de departamento dos Correios também são funcionários efetivos de longa data e carreira.”

A matéria da IstoÉ diz que a estatal alterou seu regulamento para permitir a nomeação de funcionários. Conforme a nota, a alteração, ocorrida em 2011, foi apara adequar o regulamento da empresa a outros órgãos públicos, possibilitando receber servidores concursados. “A alteração equiparou os Correios a outros órgãos da administração pública, onde a cessão de funcionários é normal. Atualmente, os Correios cedem 360 empregados para outros órgãos e contam com apenas 21 servidores cedidos de outros órgãos”, assinala a nota.

Os Correios também rebatem a acusação de favorecimento de candidaturas do PT, com o envio de malas postais a funcionários. “Não existe uso político da empresa em benefício de qualquer candidato, nem aparelhamento da estatal. Conforme a nota, as malas postais recebidas em Santa Catarina e citadas pela matéria “foram devidamente pagas, com recursos particulares, e entregues no prazo usual para esse tipo de serviço.”

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