Corpo de pai que matou próprio filho não deve ser velado por família

Engenheiro de 60 anos cometeu suicídio após atirar contra o estudante de 20 anos Guilherme da Silva Neto. Engajamento político do jovem pode ter motivado crime

O engenheiro de 60 anos que matou o próprio filho, de 20 anos, na tarde da última terça-feira (15/11), em Goiânia, e depois cometeu suicídio, não deve ser velado pela família.

Informações de internautas e de pessoas próximas ao estudante dão conta que o engenheiro será sepultado sem velório. Até o início da tarde desta quarta-feira (16), o corpo de Alexandre José da Silva Neto seguia no Instituto Médico Legal (IML).

Já o estudante Guilherme da Silva Neto está sendo velado no Cemitério Jardim das Palmeiras, no Setor Centro Oeste, na capital. O sepultamento está previsto para ocorrer às 17 horas. Ao Jornal Opção, o cemitério disse que a família ainda não informou sobre a realização de velório nem de sepultamento do engenheiro.

Segundo informações da polícia, o engenheiro não aceitava que o filho estivesse envolvido com movimentos sociais e de ocupação de escolas na capital. O conflito de ideias pode ter provocado a discussão que resultou na tragédia.

O caso aconteceu no final da tarde, na Avenida República do Líbano esquina com a Rua 59A, no Setor Aeroporto, em Goiânia.

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