Cooperativas inauguram reforma do Jardim Botânico

Após diversos anos sofrendo com o abandono do Poder Público, parceria foi oportuna para deixar o local em condições de uso

Foto: Reprodução

O Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado neste sábado, 6, tem sido marcado por diversas atividades realizadas em todo o País. Em Goiânia, o Dia de Cooperar (Dia C 2019) foi celebrado com a inauguração da reforma do Jardim Botânico. O evento teve início às 9h e se estendeu até às 13h.

O encontro de entrada franca contou com a distribuição de picolés, pipoca e algodão doce; aferição da taxa de glicemia e pressão; feira para adoção de animais; distribuição de gibis da Turma da Mônica; brinquedos infláveis; distribuição de 2 mil mudas e uma unidade móvel do hemocentro para coleta de bolsas de sangue.

A banda Heróis de Botequim foi responsável pela programação musical do encontro. A estimativa inicial dos organizadores era de que 3 mil pessoas participassem do evento. A realização do Dia C 2019 foi coordenado pelo Sistema OCB/Sescoop-GO em parceria com outras 12 cooperativas, dentre elas a Unimed.

Conforme mostrado pelo Jornal Opção, o Sindicato e Organização das Cooperativas de Goiás (OCB) pagou pela reforma do parque Jardim Botânico, o maior em área verde de Goiânia. O convênio assinado com a Prefeitura de Goiânia em maio deste ano possibilitou que cooperativas preocupadas com o meio ambiente assumissem as obras de revitalização do parque.

A cada ano a entidade define um tema e busca parcerias para viabilizar os projetos. Em 2019 o tema é o Meio Ambiente, por isso o Jardim Botânico foi escolhido para a reforma. Após diversos anos sofrendo com o abandono do Poder Público, a parceria foi oportuna para deixar o local em condições de uso

ONU

O Dia Internacional do Cooperativismo, apesar de ser comemorado há 96 anos, foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) há 25. A Organização define o cooperativismo como um modelo de empreendimento econômico em que os trabalhadores controlam, de forma democrática, o capital resultante do seu trabalho.

As organizações, por sua vez, não são centradas no dinheiro e sim nas pessoas. O modelo, segundo a ONU, além de não perpetuar a concentração de capital distribui, ainda, a riqueza de maneira justa.

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