Conselho do FCO aprova mais de R$ 42 milhões em projetos rurais

Do total de cartas aprovadas, 68% são voltadas para projetos de pequeno porte, com mais de R$ 28,7 milhões

O Conselho de Desenvolvimento do Estado (CDE/FCO) da Câmara Deliberativa do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) aprovou 56 cartas consultas da modalidade rural, que contemplam produtores de mini a médio porte. Os projetos aprovados somam, no total, R$ 46.981.482,12, sendo R$ 42.147.849,62 financiados pelo FCO, com a expectativa de criação de 90 empregos diretos.

A 346ª reunião ordinária foi realizada nesta sexta-feira, 3, por videoconferência, respeitando as normas de segurança para evitar a contaminação pelo novo coronavírus (Covid-19).

Os recursos do FCO Rural devem financiar diferentes atividades agropecuárias. Do total de cartas aprovadas, 68% são voltadas para projetos de pequeno porte, com mais de R$ 28,7 milhões, seguido por pequeno-médio porte, com 29% e mais de R$ 12,1 milhões. O restante é para mini e médio portes.

Em relação às atividades de produção, o FCO Rural contemplou 65% de projetos voltados para produção de soja e milho, 29% na área de bovinocultura, além de outros nos setores de avicultura e sementes. Os recursos serão utilizados em investimentos de infraestrutura como máquinas e implementos, irrigação, projetos fotovoltaicos, pastagens, benfeitorias, correção de solo, matrizes e reprodutores bovinos. 

FCO contribui para o desenvolvimento dos municípios

O secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Carlos de Souza Lima Neto, enfatiza que o FCO Rural cumpre o importante papel de possibilitar acesso ao crédito a produtores e empresários rurais, contribuindo não só com o setor agropecuário goiano, mas também para o desenvolvimento dos municípios e de toda sociedade.

“O crédito é um instrumento de fomento para a economia local e permite o aumento da capacidade produtiva das unidades, gerando emprego e renda, refletindo em desenvolvimento regional, que é o objetivo do fundo”, ressalta Antônio Carlos de Souza Lima Neto.

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