Delegado responsável pelo caso reforça indícios de facilitação 

Comissão criada nesta segunda-feira (16/7) irá apurar as circunstâncias da soltura irregular do detento Leomar Oliveira Barbosa, de 55 anos, apontado como ex-braço-direito de Fernandinho Beira-Mar, do Presídio Estadual de Formosa, no Entorno de Brasília.

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Integrarão o gabinte de crise integrantes do Ministério Público de Goiás, Polícia Civil e da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP). Leomar foi beneficiado com um habeas corpus e deixou a unidade prisional na última semana, mesmo sendo condenado em outros dois processos.

Em entrevista ao Jornal Opção, o delegado Vytautas Zumas, representante da PC na comissão, afirmou que as investigações ainda estão em estágio precoce, mas afirma que há indícios de facilitação interna para que o preso fosse liberado.

“Uma consulta muito simples poderia informar que ele não poderia ser solto. Há indícios de facilitação. Vamos ouvir servidores e partir daí”, informou.

Representante do MP, o promotor de Justiça Douglas Chegury não foi encontrado pela reportagem para comentar o caso. A DGAP ainda não definiu quem irá integrar a comissão.