Com rumores de demissão, defensores sobem tag para que Weintraub fique no MEC

Após erros na correção do Enem 2020 a pressão sobre saída de ministro aumentou

| Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Após a repercussão da falha na correção das provas do Enem, a pressão para que o presidente Jair Bolsonaro demita o ministro da Educação, Abraham Weintraub, aumentou. O grupo Movimento Brasil Livre (MBL), surgido em 2014 com pauta liberal, publicou uma nota em que afirmou que “a presença do ministro Weintraub é incompatível com um governo que, durante a campanha eleitoral, prometeu um ministério de notáveis”.

No Twitter, apoiadores do ministro levantaram a tag #FicaWeintraub. “O Ministro mais odiado pela esquerda e que tem feito um trabalho exemplar” publicou um internauta.

“Os partidos e o MBL que querem a saída do ministro Abraham são aqueles que acham que bom foi o poste [Fernando Haddad], foi ministro da educação por 7 anos no governo do PT e a única coisa boa que fez foi o kit gay e colocar o Brasil em 56° lugar em educação no mundo” comentou outro.

O Deputado Estadual de São Paulo, tenente Nascimento, também aproveitou a tag para defender o ministro da Educação. “Ministro @AbrahamWeint fazendo um Grande Trabalho em Frente a Pasta da Educação tem Nosso total apoio que em 2020 continue fazendo a diferença no Ensino Brasileiro, a Luta Continua” afirmou.

Depois que o assunto chegou aos trends do Twitter, usuários da rede críticos ao ministro usaram a tag para responder argumentos dos apoiadores.

“A fragilidade da oposição é tão grande, mas tão grande, que mesmo depois de um erro monumental nas provas de quem fez o Enem, na mudança de regras p escolha de reitores, cortes de bolsas e mudanças nos institutos federais, a TAG do dia é #FicaWeintraub” comentou uma usuária.

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