Com provável adiamento, eleições municipais podem ter campanha mais longa e anistia de multas para ausentes

Pautas estão entre as apresentas pelo presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, durante reunião com senadores

A configuração do processo das eleições municipais deste ano devem ser estabelecidos até a próxima semana. Nesta segunda-feira, 22, o Senado iniciou os debates sobre o pleito. Em primeira reunião com senadores, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE, Luís Roberto Barroso, apresentou propostas a serem analisadas pelo Senado.

Entre os itens propostos está o alongamento da campanha. Segundo sugere o ministro, o início do período seria mantido em agosto, independente do adiamento. Sobre datas, Barroso sugeriu que as votações de primeiro e segundo turno sejam concluídas entre 15 de novembro de 20 de dezembro.

Outro sugestão do ministro se dá sobre os eleitores que se ausentarem do pleito. Nesses casos, observando que o momento pandêmico ainda deve se alongar, mesmo que em menores proporções, Barroso defendeu anistia das multas por ausência.

A expectativa é de que já nesta terça-feira, 23, o texto seja submetido à votação. A sinalização é que há um consenso sobre o adiamento, nem sobre uma possível data substituta. O único ponto em que os parlamentares concordam é que os mandatos não devem ser estendidos.

Em agenda de reuniões que antecede a votação, os senadores se reuniram com três especialistas da área da saúde, também nesta segunda. Os três foram unânimes em sugerir o adiamento das eleições.

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