Coligação de Vanderlan Cardoso obtém decisão favorável do TRE e pesquisa eleitoral é barrada

Levantamento está previsto para ser divulgado terça-feira, porém juiz suspendeu parcialmente o conteúdo por irregularidades, como escrita errada de nomes e ausência de citação de todos os candidatos em determinado item

Dentre os pontos questionados pela Coligação Majoritária Participação Popular e acatada liminarmente pelo juiz Fernando Castro Mesquita está o nome do pessebista, redigido errado no questionário ao eleitor –– Vanderlei, no lugar de Vanderlan | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Dentre os pontos questionados pela Coligação Majoritária Participação Popular e acatada liminarmente pelo juiz Fernando Castro Mesquita está o nome do pessebista, redigido errado no questionário ao eleitor –– Vanderlei, no lugar de Vanderlan | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

A coligação do candidato a governador pelo PSB, Vanderlan Cardoso, obteve decisão favorável do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO), que barrou a divulgação completa de pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Arthur Oliveira Oliveira. A previsão é que o levantamento fosse divulgado nessa terça-feira, 12.

Dentre os pontos questionados pela Coligação Majoritária Participação Popular e acatados liminarmente pelo juiz Fernando Castro Mesquita está o nome do pessebista, redigido errado no questionário ao eleitor –– Vanderlei, no lugar de Vanderlan.

O juiz também considerou irregular o fato de ter sido apresentado aos entrevistados uma questão em que a única hipótese em caso de segundo turno traz somente o nome de Marconi Perillo (PSDB) e Iris Rezende (PMDB), sendo que a legislação eleitoral determina a divulgação de todos os candidatos em todos os cenários. Tucano e peemedebista figuram polarizados, com certa vantagem para o governador, sendo que Vanderlan Cardoso aparece em terceiro nos levantamentos encomendados pela imprensa local a institutos como Fortiori, Veritá, Serpes, Ibope e Groupon, por exemplo.

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Neste sentido, o juiz entendeu que a divulgação do levantamento do Instituto Arthur Oliveira Oliveira “poderá afetar o equilíbrio entre os candidatos, uma vez que apresenta um único cenário de segundo turno, sem menção a todos os candidatos, prejudicando, assim, aqueles que não estão contemplados”.

Sendo assim, o magistrado determinou que o instituto suspenda a publicação do resultado das três questões questionadas (7, 8 e 9).

A decisão de Fernando Castro Mesquita teve por base o artigo terceiro da Resolução 23.400/2013, segundo a qual a partir de 10 de julho de 2014, pesquisas eleitorais têm de apresentar o nome de todos os candidatos, sem qualquer distinção no que se refere a primeiro e segundo turno. “No quesito ou pergunta de nº 09, referente à eleição majoritária ao cargo de governador, trata-se de pesquisa estimulada da qual consta o nome de apenas dois candidatos, quando se sabe que a quantidade de postulantes ao aludido cargo, registrados nesta Corte Regional, é maior”, reforçou o juiz.

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