Chega ao fim greve dos servidores da Educação de Goiás

Professores e servidores administrativos paralisaram as atividades em 13 de maio. Pautas da greve seguirão sendo negociadas com o Governo

 | Foto: Divulgação Sintego

Professores e servidores decidiram pelo fim da greve depois que começaram a ter suas reivindicações atendidas| Foto: Divulgação Sintego

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Goiás (Sintego) aprovou o fim da greve em assembléia realizada nesta segunda-feira (3). Os professores e servidores administrativos estavam paralisados desde 13 de maio. No total, o movimento teve duração de 50 dias, 36 deles letivos, até o mês de julho.

Os pontos de reivindicação iam desde o pagamento do piso dos professores, até a data-base dos administrativos, pagamento em dia dos salários e realização de concurso público. Segundo a presidente do Sintego, Bia de Lima, a decisão pelo fim da greve veio em decorrência da aprovação da Lei do Piso, que permitiu que os trabalhadores começassem a receber o reajuste e a diferença a partir de maio.

Ainda assim, o fim da paralisação não significa o fim das negociações. Bia de Lima afirmou que a categoria está tentando uma audiência com o governador Marconi Perillo (PSBD) ainda para esta semana, para discutir, além dos pontos da greve, a adequação na tabela dos administrativos, o projeto de Lei do Quadro Transitório e vale transporte.

“Temos o compromisso que agora em agosto será paga gratificação do quadro transitório do magistério, atualização da tabela dos administrativos e o encaminhamento do quadro transitório do magistério, que varia de 45 a 107%, e do concurso público”, disse ela. De acordo com Bia de Lima, as negociações já estão bem avançadas.

3 respostas para “Chega ao fim greve dos servidores da Educação de Goiás”

  1. Epaminondas disse:

    Peguntar não ofende… Mas alguém poderia calcular a diferença no PIB do estado durante esta suspensão de atividades? Fico muito curioso do que acontece quando uma categoria inteira está de greve, no impacto que tem isto sobre o mercado.

    Podemos comparar com o mesmo período do ano passado. Isto é, se no mesmo período em 2014, estes profissionais também não estavam em greve.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.