Expectativa é que a CCJ faça a primeira votação no dia 11 de setembro, seguida das audiências públicas, no dia 12, e, 30 dias depois, a votação em Plenário

Foto: Fábio Costa / Jornal Opção

O presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Romário Policarpo (Patriota), voltou a falar sobre a urgência em votar o Plano Diretor ainda neste ano. Para tanto, foi estabelecido um calendário até a votação final, prevista para o dia 4 de dezembro.

“Esse calendário na verdade é um norte para que a Casa tenha prazos que serão acordados com os vereadores. A ideia é que a gente tenha marcos de dias exatos para que as votações aconteçam, e não deixar o Plano Diretor virar o ano de 2019 para 2020”, disse. Romário salientou, no entanto, que essas datas podem ser alteradas tanto nas Comissões quanto no Plenário.

Policarpo adiantou que a expectativa é que a CCJ faça a primeira votação no dia 11 de setembro, seguida das audiências públicas, no dia 12, e, 30 dias depois, a votação em Plenário. “Depois iria para a Comissão Temática, que discute realmente as mudanças do projeto, onde seriam mais 30 dias, sendo que as audiências públicas continuariam acontecendo. Após essa votação, mais 30 dias, para aí sim, no dia 4 de dezembro, acontecer a votação final aqui no Plenário”.

O presidente explicou também que a data escolhida para a votação final levou em consideração possíveis alterações ou imprevistos: “Como as sessões devem ir até o dia 19 de dezembro, a gente deixou no dia 4, porque caso aconteça alguma mudança, ou alguns desses prazos não sejam feitos da forma como foram acordados, ainda tenhamos um prazo de duas semanas para ainda votá-lo em 2019”.

No que diz respeito a uma possível discordância com a presidente da CCJ, Sabrina Garcez (Sem partido), Policarpo alegou que as datas foram definidas em comum acordo: “Chegamos a um consenso que o ideal era que a CCJ não fizesse as audiências públicas nesse momento,  que votasse apenas a constitucionalidade do projeto, e que deixasse para a Casa como um todo, fazer essas audiências públicas. Ela abriu mão desse prazo mais dilatado para que nós possamos votar o projeto ainda este ano”.