Caso Naja: Polícia conclui que estudante picado traficava animais silvestres

A mãe e o padrasto de Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkuhl também foram indiciados. Inquérito apontou que eles ajudavam a cuidar dos animais

Cobra naja apreendida pela polícia no DF | Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu, nesta quinta-feira, 13, o inquérito que apurava o suposto tráfico de animais levantado depois que o estudante Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkuhl foi picado por uma cobra naja.

Durante coletiva, a polícia deu detalhes de como funcionava o esquema. A mãe o padrasto de Pedro Henrique, um major da PMDF que comandava o Batalhão Ambiental, também foram indiciados. De acordo com a PCDF, a mãe de Pedro era quem alimentava os animais.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Willian Ricardo, testemunhas compareceram na delegacia e confirmaram inclusive o valor e o modo de entrega dos animais.

“Foi comprovado que ele trafica animais. Ele traz cobras de outros estados. Temos registros de viagens, vendas, diálogos a partir de aplicativos de conversa. Compra, venda, valores”, afirmou.

Pedro participava de uma organização criminosa de tráfico de animais desde 2017 quando passou a criar serpentes e vender os filhotes. Cada filhote custava cerca de R$ 500.

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