Cartilha mostra o que abre e fecha após novo decreto de isolamento; Veja

Publicação detalha quais estabelecimentos comerciais podem permanecer abertos e os que devem fechar as portas durante o período de isolamento social

Feiras livres podem voltar a funcionar, desde que sigam boas práticas estabelecidas pelo governo estadual | Fotos: Fredox Carvalho

 

Com a publicação na sexta-feira, 3, do novo decreto de isolamento que estabeleceu o funcionamento de autopeças, feiras livres de hortifrutigranjeiros, cartórios extrajudiciais e escritórios de profissionais liberais, entre outras atividades, o Governo de Goiás, atualizou sua cartilha “Abre e fecha”. A publicação detalha quais estabelecimentos comerciais podem permanecer abertos e os que devem fechar as portas durante o período de isolamento social, além de fazer orientações sobre o que deve ser seguido pelas empresas.

Acesse a cartilha e veja o que abre e o que se mantêm fechado

A nova legislação, que atualiza o texto do decreto 9.633, de 13 de março de 2020, prorrogou por 15 dias – até o dia 19 de abril – a quarentena em razão da transmissão comunitária do novo coronavírus, para diminuir a velocidade de propagação da Covid-19 em todo o território goiano. “Em Goiás, o governo está tomando todas as providências para manter as pessoas isoladas e com saúde”, afirmou o governador Ronaldo Caiado em coletiva que apresentou as medidas determinadas pelo novo decreto.

O superintendente de Legislação, Atos Oficiais e Assuntos Técnicos da Secretaria da Casa Civil, Alan Tavares, responsável pela gestão da pasta, destaca que a segunda edição da cartilha é uma continuidade da iniciativa de facilitar o entendimento dos decretos e a sua consolidação pelos goianos. “A segunda edição da cartilha prossegue com o nosso esforço em simplificar o conteúdo dos decretos do governador Ronaldo Caiado, facilitando o acesso às informações para as pessoas, o entendimento do conteúdo da legislação. É uma medida de transparência e também de ação efetiva para que possamos ampliar o cumprimento do ato legal em todo o Estado”, afirmou Alan Tavares.

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