Câmara deve reduzir poder de gasto do Paço sem autorização do Legislativo

Segundo o vereador Zander Fábio (PEN), que faz parte da comissão que discute a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), remanejamento de despesas de 30% não será aprovado

O vereador Zander Fábio (PEN) afirmou, nesta quarta-feira (5/7), que os vereadores da comissão que discute a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) não devem deixar que o  índice do remanejamento de despesas, que é a parte do orçamento que o prefeito pode gastar sem passar pelo legislativo, continue sendo de 30%.

Isso porque, apesar de ele não concordar com o relator Gustavo Cruvinel (PV), que defendeu a redução de 30% para 5%, ele acredita que 30% é um índice muito alto. Nesta semana, os parlamentares foram procurados pelo Paço Municipal com o pedido para que aguardassem até a próxima quinta-feira (6) para votar o projeto e repensassem a proposta de Cruvinel.

Depois disso, Zander pediu vistas para abrir a discussão sobre esses valores. “Acho que foi salutar o pedido de vistas justamente por isso, para que nós pudéssemos discutir mais e achar o ponto de equilíbrio. 5% é pouco, 28, 30% é muito – eu acredito nesse número entre 15, 18%”, afirmou ele.

Aprovar que o prefeito Iris Rezende (PMDB) gaste 30%, na opinião dele, é impossível. Segundo ele, o interlocutor escalado pelo peemedebista, ex-deputado estadual Samuel Belchior (PMDB) pediu tempo para que os técnicos da prefeitura fizessem um estudo sobre os valores. “Na quinta-feira pela manhã vai trazer o que a prefeitura entende como salutar”, contou.

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