Caiado volta a visitar Materno Infantil e diz que continua buscando soluções para unidade

Na semana anterior à posse, a organização social que administra o Materno-Infantil chegou a fechar as portas da unidade

Foto: Divulgação

Na noite deste sábado, 5, o governador Ronaldo Caiado visitou o Hospital Materno-Infantil pela segunda vez desde que assumiu o mandato. Recebido pelo diretor geral do HMI, Márcio Gramosa, Caiado conheceu as dependências da Unidade e conversou com pacientes, médicos e enfermeiros.

À diretora regional da organização social IGH, Rita de Cássia Leal de Souza, o governador relatou a preocupação com o bem-estar dos pacientes . “É o único Hospital de referência na área em Goiás. A situação era caótica e havia um risco de paralisar os atendimentos. Conseguimos manter o funcionamento da Unidade e continuaremos buscando soluções para garantir os tratamentos. Não podemos colocar nossas crianças em risco”, destacou o governador.

De acordo com Rita de Cássia, a visita do governador Caiado no dia da posse foi essencial para que a Organização continuasse prestando atendimento regular, mantendo todos os serviços ofertados, como os leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

“A visita do governador fez toda diferença. No dia 2 conseguimos conversar de perto com os fornecedores e prestadores que foram compreensivos com a situação. Os funcionários ficaram super felizes. Voltem mais vezes, a equipe precisa de vocês por perto”, relatou a diretora da IGH.

A vilaboense Beatriz Barroso de Oliveira ficou surpresa com a visita do governador e se disse confiante com a gestão que se inicia. Acompanhando a filha Sofia, que apresenta quadro de cálculo renal, Beatriz acredita que Caiado, como médico, poderá revolucionar a saúde em Goiás. “A visita mostra que ele tá honrando o compromisso que assumiu com o Estado. Ele é médico e entende nosso sofrimento. Vai ser uma boa gestão, ele tem um olhar diferente e não vai me decepcionar”.

Situação HMI

No primeiro dia de mandato, Caiado conferiu a grave situação da Unidade, que tem enfrentado problemas administrativos e financeiros. Na semana anterior a posse, a organização social que administra o Materno-Infantil chegou a fechar as portas da unidade por falta de insumos básicos e medicamentos, após consecutivos atrasos nos repasses por parte da última gestão.

No dia seguinte, 02 de janeiro, o Secretário de Saúde Ismael Alexandrino participou de reunião com representantes do Instituto de Gestão e Humanização (IGH), que gerencia o Hospital Materno Infantil (HMI), Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL) e Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (Huapa), quando discutiu o atraso nos repasses às OSs. O compromisso firmado pelo novo gestor da pasta, de buscar a forma mais célere para fazer o repasse e garantir a continuidade dos serviços, garantiu que as Unidades continuassem funcionando regularmente.

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