Caiado entrega mais 53 moradias no Residencial João Paulo II, na região norte de Goiânia

“Entendo a ansiedade das famílias, que esperam há sete anos para ter sua casa própria, seu local de segurança”, afirma governador, após inaugurar segunda etapa do empreendimento. Conjunto, que teve obras paralisadas por vários anos, já reúne 180 unidades habitacionais prontas, de um total de 230

Foto: Reprodução

O governador Ronaldo Caiado (DEM) entregou, na manhã deste sábado, 10, novas unidades habitacionais, localizadas no Residencial João Paulo II, para mais 53 famílias em Goiânia. Fruto de uma parceria entre o Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab), e a Caixa Econômica Federal, elas fazem parte da segunda etapa do empreendimento que estava paralisado há três anos e foi retomado pela atual gestão. “Sei a luta e entendo a ansiedade de cada uma das famílias, que esperam há sete anos para ter sua casa própria, seu local de segurança”, afirmou Caiado.

Uma das contempladas com moradia no Residencial João Paulo II foi Herllen Dantas Boaventura, de 47 anos, que, ao receber a chave simbólica neste sábado, deu fim a uma espera de mais de 20 anos e, de quebra, se viu livre do aluguel de R$ 600,00 onde atualmente vive, em Aparecida de Goiânia. A partir de agora vai pagar uma prestação mais suave, de R$ 250,00, daquela que será, enfim, sua moradia própria. “Hoje ter nossa casa é um bem maior, para proteção de nossas famílias e de nós mesmos”, diz a servidora pública, que irá morar na residência com a filha de 15 anos.

As entregas no residencial têm ocorrido de forma escalonada, à medida que ficam prontas. Com as de hoje, o Estado alcança a marca de 180 famílias beneficiadas na segunda etapa do empreendimento até o momento.

Presidente da comissão que acompanha a obra, Tânia Moreira da Silva, agradeceu a todos os envolvidos por escutarem os anseios dos moradores. “Só assim é possível conseguir as coisas, ouvindo as famílias. Ninguém faz nada sozinho. Todos dependemos uns dos outros”.

Outras 50 unidades habitacionais restantes, de um total de 230, estão em fase de conclusão, assim como toda a obra de pavimentação do bairro e serviços de infraestrutura — galerias pluviais, pavimentação, rede elétrica, iluminação pública e rede de água —, também executados pela Agehab.

Sensibilidade

A construção do residencial João Paulo II teve início no ano 2000, mas as obras tiveram várias interrupções. Após a liberação de novos recursos pela atual gestão, as obras puderam ser concluídas. Cada unidade recebeu do Governo de Goiás investimento de R$ 35 mil para a sua construção, incluindo o valor do lote, superior a R$ 20 mil, que normalmente são conveniados pelo programa estadual.

O governador Ronaldo Caiado entregou as 93 primeiras unidades da segunda etapa do residencial em agosto de 2020. Em dezembro do mesmo ano, foram entregues outras 34 moradias. O investimento estadual foi de R$ 10 milhões na construção desta etapa do empreendimento, que teve aporte de outros R$ 15,6 milhões da Caixa.

Para a entrega das casas populares em etapa, o Governo de Goiás teve uma importante ajuda da Caixa Econômica Federal, bem como do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR) que, sensíveis a situação do residencial, permitiram a entrega parcelada das moradias.

Balanço

Em todo o Estado, já são 4.485 unidades habitacionais entregues desde 2019. A Agehab está com cerca de outras 8 mil moradias em construção. Além disso, na terça-feira, 13, o Governo de Goiás realiza licitação para contratação de construtoras para a execução de mais 4,5 mil residências, com investimento de recursos do Fundo Protege.

Somente em Goiânia, já foram entregues 1.539 moradias, que representam investimento de cerca de R$ 409 milhões de parceria entre o Governo de Goiás, governo federal, entidades e construtoras. A contrapartida de recursos do Estado para essas construções foi de R$ 62 milhões.

Só na capital, cerca de 900 residências foram contratadas pela Agehab, a maioria já com obras em andamento, avaliadas em R$ 117,5 milhões, dos quais R$ 13,4 milhões de contrapartida estadual em parceria com o governo federal.

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