Caiado diz que vai dividir com a sociedade decisão de como acabar com quarentena

“Temos de acreditar na ciência. Vamos acreditar no médico ou num charlatão? No médico, é claro. Nossas ações são tomadas balizadas nos dados científicos, no sentido de poder cada vez mais produzir resultados em Goiás para salvar vidas”

Foto: Reprodução

O governador Ronaldo Caiado disse que vai conversar com sindicatos, lideranças, empresários e entidades, por videoconferência, para discutir a saída de Goiás desse processo de quarentena, em função da crise vivida pela proliferação do novo coronavírus.

“A partir do dia 4, vamos dividir com a sociedade, com o cidadão, que tem de compartilhar com o governo, essa responsabilidade”, observou, acrescentando todos serão ouvidos, quer bom senso e as saídas serão ponderadas e com cada um assumindo a responsabilidade de ajudar a solucionar essa crise.

Caiado voltou a afirmar todas as preocupações que ele tem falado ao povo goiano sobre a possibilidade de ocorrer um descontrole nessa doença e os hospitais goianos não terem capacidade de atendimento de todos os que precisarem. Disse ainda que a luta não para, com o objetivo de conseguir um melhor atendimento para as pessoas que necessitarem de auxílio respiratório. Afirmou que, se a crise aumentar, Goiás não terá capacidade de atender a todos.

Caiado afirmou que entrou em contato com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, para viabilizar o hospital de Águas Lindas. Acrescentou que é preocupação sua melhorar a rede de atendimento no interior e citou tratativas para viabilizar hospitais em Luziânia, Itumbiara, Jataí e Porangatu. Ele voltou a pedir, encarecidamente, que os goianos evitem viajar para Brasília, onde o foco de infestação pelo novo coronavírus é muito grande e pode disseminar rapidamente por aqui.

O governador ainda condenou as pessoas de má fé que usam as redes sociais para propagar notícias falsas, provocando mais angústia e caos. “Não tem nada pior do que as fake news. Acho que as pessoas que espalham isso são psicopatas”, sentenciou. E concluiu: “Temos de acreditar na ciência. Vamos acreditar no médico ou num charlatão? No médico, é claro. Nossas ações são tomadas balizadas nos dados científicos, no sentido de poder cada vez mais produzir resultados em Goiás para salvar vidas”.

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