Caiado assina protocolo de intenção com 43 empresas e garante investimento superior a R$ 3 bi em Goiás

Empreendimentos vão se instalar ou ampliar atividades em 21 municípios contemplados pela ação da SIC. Expectativa é gerar 21.904 empregos em diferentes setores como automóveis, cosméticos, fertilizantes, produção de energia e outros

Distrito Agroindustrial de Itumbiara | Foto: Fernando Leite

O governador Ronaldo Caiado assina, nesta sexta-feira, 20, protocolos de intenção com representantes de 43 empresas que devem se instalar ou ampliar suas atividades em 21 municípios goianos.

Os investimentos totalizam R$ 3,3 bilhões com a geração de 21.904 empregos, entre diretos e indiretos. A cerimônia será no Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON), com a participação dos secretários de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Adonídio Neto, e de Desenvolvimento e Inovação, Marcio César.

Esta será a quarta solenidade para assinatura de protocolos realizada neste ano de 2020, sendo que outras duas foram confirmadas no período de pandemia do novo coronavírus, totalizando nesses três eventos a atração de 91 empresas, com investimentos na ordem de R$ 3.9 bilhões, além da geração de 40 mil empregos em 91 municípios.

Dentre as 43 empresas que assinam o protocolo nesta sexta, seis são de base tecnológica, resultado do trabalho da Secretaria de Desenvolvimento e Inovação (Sedi), que também tem desenvolvido uma política de atração de investimentos de base tecnológica, para empreendimentos que aplicam ciência e tecnologia em suas operações.

Dentre os municípios que serão contemplados com implantação ou ampliação das indústrias estão: Abadia de Goiás, Abadiânia, Acreúna, Aparecida de Goiânia, Bela Vista de Goiás, Catalão, Cristalina, Davinópolis, Goiânia, Guapó, Indiara, Itumbiara, Luziânia, Montes Claros de Goiás, Paraúna, Piracanjuba, Porteirão, Rio Verde, Senador Canedo, Valparaíso de Goiás e Vila Boa.

Entre as atividades das empresas destaca-se a produção de biocombustível, de automóveis, de cosméticos, de fertilizantes, além de fábrica de chopp e produção de energia elétrica, por meio de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH).

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