Caiado anuncia investimento de R$ 200 milhões para reconstruir vias urbanas

Na primeira fase do programa, serão escolhidas as 100 cidades com casos mais graves, baseando-se em dados do Instituto Mauro Borges (IMB); para as reformas, serão estabelecidas parcerias com as respectivas prefeituras

Governador do Estado de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), e presidente da Goinfra, Pedro Sales, em vídeo publicado nesta segunda-feira. | Foto: Captura de tela

Em vídeo publicado em suas redes sociais, o governador do Estado de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), anunciou nesta segunda-feira, 10, o investimento de R$ 200 milhões para reconstrução de vias urbanas, por meio do Goiás em Movimento: Eixo Municípios. O programa é da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra). Na primeira etapa, 100 municípios serão contemplados.

“Anuncio aqui, ao lado do presidente da Goinfra, Pedro Sales, o maior programa de assistência aos municípios para a recuperação das suas principais avenidas”, disse Caiado. Segundo o chefe do Executivo estadual, as primeiras 100 cidades a serem escolhidas terão como critério os casos de maior gravidade, com base em dados do Instituto Mauro Borges (IMB).

Para a realização das obras, o Governo do Estado fará uma parceria com as Prefeituras, para que haja representantes de todas as regiões do estado. Essas áreas foram divididas em lotes 10 em 10 municípios, para atender com rapidez as demandas de cada grupo.

Uma vez firmado o convênio, a Goinfra irá promover recapeamento asfáltico, drenagem e sinalização vertical e horizontal de malha viária urbana em pontos definidos por cada prefeitura. A expectativa é que, em até 90 dias, o pacote de obras já seja licitado, e que, no próximo semestre, as máquinas comecem a chegar às cidades contempladas.

“Diante deste cenário [de vulnerabilidade no município, sob o ponto de vista fiscal], as prefeituras não conseguiram investir em manutenção e recuperação de suas infraestruturas, que foram se depreciando com o tempo”, pontuou o presidente Pedro Sales. Ele ainda pontuou o agravamento da situação com a pandemia da Covid-19, momento em que as gestões municipais tiveram de forçar aporte na saúde.

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