Caiado afirma que não vai fazer acordo com setor automobilístico sobre incentivos fiscais

Há rumores de que a categoria não ficou satisfeita com o acordo feito entre o governo eleito e a Adial

Após a aprovação em primeira votação do projeto que reduz os incentivos fiscais, na Assembleia Legislativa, o governador eleito Ronaldo Caiado (DEM) afirmou que não haverá discussão em separado com o setor automobilístico e que os incentivos serão reduzidos ou não de acordo com o projeto que será aprovado.

Porém, há rumores de que a categoria não ficou satisfeita com o acordo feito entre o governo eleito e a Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial). Atualmente, o setor de indústrias automobilísticas, que é praticamente isento de impostos se somados os incentivos concedidos pelo programa Fomentar e Produzir com os créditos outorgados, passarão a pagar, em média 5% em taxas.

Jornal Opção entrou em contato com a Mitsubishi, uma das principais fábricas automobilísticas instaladas em Goiás, mas até a publicação da matéria não obtivemos retorno.

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carlos

essa hyundai aqui em anapolis ocupa uma area enorme , maior que muitos bairros da cidade e nao paga nada imposto ???? ganha milhoes e milhoes e ainda ta chiando ??? ahhhh pega descendo seu CAOA.

Carlos

A Mitsubishi Catalão teve um crédito de 1 bilhão e não recolhe imposto nenhum. Tem que acabar com essas malandragens. Os carros não baixaram o preço e não investiu nada

Paulo

Engraçado como os comentários são rasos e superficiais. Brigamos para reduzir impostos, mas somos contra os incentivos ??? Já pararam pra pensar que se acabar o incentivo quem vai lucrar é SP ? As indústrias serão fechadas aqui em Goiás e abertas lá… milhares de pessoas sem emprego e o estado passará a importar de outros estados produtos que hoje são produzidos aqui é exportado para outros…

Jefersonduti

Realmente a turma esquece da quantidade de empregos que uma empresa desse porte gera p/ o município, acredito que o Caiado deve afrouxar créditos e aumentar incentivos p/ os produtores rurais, olhando superficialmente é bom, porém a geração de empregos diretos é mínimo.