Brasil tem 57 mortes e 2.433 infectados por coronavírus

Goiás ainda têm 29 casos confirmados e nenhuma morte. Óbitos foram registrados nas regiões Sul, Nordeste, Norte e Sudeste

O Brasil chegou a 2433 infectados e 57 mortes pelo coronavírus, que causa a doença Covid-19, segundo balanço do Ministério da Saúde divulgado na tarde desta quarta-feira, 25. São mais de 300 casos confirmados desde a terça-feira, quando foi divulgado o último boletim.

As regiões Norte e Nordeste registraram uma morte cada; uma no estado do Amazonas e outra em Pernambuco. O Sul também contabilizou uma morte. Já em São Paulo, onde há o maior número de casos da doenças, saltou de 46 para 48 mortos. O Rio de Janeiro continua com 6 óbitos.

Goiás possui os 29 casos confirmados ainda na noite de terça, no entanto, esse número pode se alterar após divulgação do boletim da Secretaria Estadual de Saúde (SES) que geralmente ocorre à noite.

De acordo com ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, era esperado o aumento de casos, já que o país entrou na chamada contaminação comunitária, aquela que não é possível determinar a cadeia de transmissão.

“O número de mortos, conseguimos saber com precisão, devido a aferição da causa mortis. Faremos o balanço dos primeiros 30 dias para saber quais serão as projeções para o próximo mês”, avalia Mandetta.

Testes

O secretário de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos, Dezinar Vianna, diz que o governo investe em impressoras 3D para suprir os hospitais brasileiros com componentes que desgastam de maneira mais rápida, sobretudo nos ventiladores mecânicos. Ele também aponta que há avaliação por parte dos profissionais do uso do equipamento de forma compartilhada, como ocorre em outros países.

O uso da cloroquina, citada pelo presidente Jair Bolsonaro como um remédio promissor, também foi mencionado pelo secretário. De acordo com ele, o medicamento deverá ser usado pelo sistema de saúde brasileiro como um tratamento complementar aos pacientes em estado grave que estão hospitalizados.

“Vamos criar um protocolo de curto prazo, de cinco dias, para tratar pacientes hospitalizados, que apresentam mortalidade muito alta”, diz. “Faço um pedido: não use fora do ambiente hospitalar, pois não é seguro. O remédio por dar alterações no batimento cardíaco, que só pode ser controlado dentro do hospital”, alerta o secretário.

 

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