Bolsonaro reforça que derramamento de óleo foi criminoso e diz que “pior ainda está por vir”

Navio de empresa grega é o principal suspeito. Companhia rebate dizendo que  embarcação chegou a seu destino sem problemas e sem perda de carga 

Conforme mostrado pelo Jornal Opção, após uma série de investigações sobre o caso, a Polícia Federal trabalha com um principal suspeito no caso do derramamento de óleo que provocou a contaminação de diversas praias do litoral brasileiro: um navio de bandeira grega.

Segundo as autoridades, o navio teria atracado na Venezuela no mês de julho e o vazamento do óleo teria ocorrido acerca de 700km da costa brasileira.

Em entrevista exibida com exclusividade pela Rede Record na noite do último domingo, 3, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) comentou o assunto. Segundo ele, “o pior ainda está por vir”, disse antes de avaliar o ocorrido como uma “catástrofe muito maior que, ao que tudo parece, foi criminosa”.

A empresa responsável pelo petroleiro nega qualquer envolvimento no derramamento. Segundo divulgado pela Revista Veja, a empresa afirmou que o navio em questão chegou a seu destino sem problemas e teria descarregado toda sua carga sem perdas.

A companhia também estabeleceu uma série de investigações sobre o ocorrido, o que inclui avaliação de câmeras e sensores contidas nos petroleiros.

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